"Alma é um termo que deriva do latim "anǐma", este refere-se ao princípio que dá movimento ao que é vivo, o que é animado ou o que faz mover. De "anǐma", derivam diversas palavras tais como: "animal" em latim, "animalia"... Filosófica e religiosamente definida como um ser independente da matéria e que sobrevive à morte do corpo, que se julga continuar viva após a morte do corpo, podendo o seu destino ser a beatitude celestial ou o tormento eterno." By wikipédia
quarta-feira, setembro 30, 2009
terça-feira, setembro 29, 2009
segunda-feira, setembro 28, 2009
sábado, setembro 26, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
quarta-feira, setembro 23, 2009
terça-feira, setembro 22, 2009
domingo, setembro 20, 2009
sábado, setembro 19, 2009
12 Anos :o) Parabéns Princesa!!!!!
Hoje é um dia Muito Especial!
A minha filhota faz 12 Anos, está uma senhora :)))))
Parabéns Joaninha!!!!!!

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Aniversario Joaninha
quinta-feira, setembro 17, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
Mais vale parecer do que ser!

Antigamente as pessoas queriam criar-se uma reputação: isso já não basta, a feira tornou-se demasiado vasta; agora é necessário vender aos berros. A consequência é que mesmo as melhores gargantas forçam a voz e as melhores mercadorias não são oferecidas por orgãos enrouquecidos; já não há génio, nos nossos dias, sem clamor e sem rouquidão.
Época vil para o pensador: devemos aprender a encontrar entre duas barulheiras o silêncio de que se tem necessidade e a fingir de surdo até chegar a sê-lo. Enquanto não se tiver chegado a isso, corre-se o risco de perecer de impaciência e de dores de cabeça.
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
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Reflexão
sábado, setembro 12, 2009
quinta-feira, setembro 10, 2009
Sou Assim...

"Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos."
Clarice Lispector
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Fonte da Telha
Amizade

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão,
No Amor há mais carinho,
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.
William Shakespeare
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Amigas/os
terça-feira, setembro 08, 2009
sexta-feira, setembro 04, 2009
Avante Camarada!!!!
Que linda a minha mana Inês, é isso mesmo!!!!
Dá-lhe com Alma!
Avante Camarada!!!!!
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Festa do Avante
quarta-feira, setembro 02, 2009
Momentos Escuros
Em meus momentos escuros
Em que em mim não há ninguém,
E tudo é névoas e muros
Quanto a vida dá ou tem,
Se, um instante, erguendo a fronte
De onde em mim sou aterrado,
Vejo o longínquo horizonte
Cheio de sol posto ou nado
Revivo, existo, conheço,
E, ainda que seja ilusão
O exterior em que me esqueço,
Nada mais quero nem peço.
Entrego-lhe o coração.
Fernando Pessoa
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Fernando Pessoa
terça-feira, setembro 01, 2009
Perdida

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
Porque eu era labirinto
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
Mário de Sá Carneiro
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Estado de Espirito
sexta-feira, agosto 28, 2009
A Idade de Ser Feliz

"Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa."
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Pensamentos.
quinta-feira, agosto 27, 2009
quarta-feira, agosto 26, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009
domingo, agosto 23, 2009
sexta-feira, agosto 21, 2009
quarta-feira, agosto 19, 2009
Conta-me histórias
Agora que pousasssssssss a cabeçaaaaaaaaaaa...
Estou bem disposta :)
Viva os mes' Xutos
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Xutos e Pontapés
terça-feira, agosto 18, 2009
Shibari

Shibari é um verbo Japones que significa literalmente amarrar ou ligar e é usado no Japão para descrever o uso artístico na amarração.
Kinbaku é a palavra japonesa para "Bondage" ou ainda Kinbaku-bi que significa "o bondage bonito". Kinbaku (ou Sokubaku) é um estilo japonês de amarração sexual ou BDSM que envolve desde técnicas simples até as mais complicadas de nós, geralmente com várias peças de cordas (em geral de 6mm ou 8mm) e que podem ser de materiais diferentes, sendo a tradicional corda japonesa utilizada para o Shibari, a de cânhamo.
A palavra Shibari tornou-se comum no ocidente em meados dos anos 90 para denominar a arte de amarração chamada Kinbaku.
Fonte: wikipedia
segunda-feira, agosto 17, 2009
quinta-feira, agosto 13, 2009
O Semeador de Estrelas
terça-feira, agosto 11, 2009
Chuva de meteoros visível nas próximas duas noites
Pequenos meteoros brilhantes serão visíveis hoje e quarta-feira à noite, por vezes à média de um por minuto, numa chuva de estrelas provocada pela entrada na atmosfera de poeiras de um cometa.
«Quando a Terra, na sua órbita, passa por locais onde há restos de cometas, neste caso o Swift-Tutle, há uma grande quantidade de poeira que entra nas altas camadas da atmosfera e provoca esta chuva de meteoros», explicou à Lusa o astrónomo e biólogo Pedro Ré.
Chama-se também Perseidas a este fenómeno anual, em que a Terra segue numa determinada direcção no seu movimento de translação e os meteoros vêm da direcção da constelação de Perseus, sendo alguns deles bastante brilhantes.
O pico do espectáculo astronómico está previsto para as 18:00 TU de quarta-feira (17:00 em Lisboa), quando ainda não é noite em Portugal, sendo que a Lua vai interferir um pouco, por estar na fase minguante, e retirar algum brilho ao firmamento. Mas, mesmo assim, os astrónomos garantem que irá valer a pena observar o céu nas duas próximas noites.
Não é necessária qualquer protecção da vista, nem a utilização de binóculos ou telescópios, já que todo o fenómeno das estrelas cadentes, como também é conhecido, abrange todo o céu e pode observar-se naturalmente à vista desarmada.
«Os meteoros são muito pequenos, do tamanho de ervilhas ou no máximo de bolas de ténis, e são muito fugazes, duram poucos segundos», disse Pedro Ré, presidente da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.
«Nestes casos nunca devemos usar qualquer ajuda óptica, nem binóculos nem telescópios, porque o campo é muito restrito e se os utilizarmos não veremos nada», acrescentou.
Para observar o fenómeno nas melhores condições, com céu limpo, as pessoas devem deitar-se no chão, proteger-se contra o frio e assistir ao espectáculo natural e não recear que algum meteoro lhes caia em cima, sugere Pedro Ré.
É que, dadas as suas muito pequenas dimensões, estes meteoros desfazem-se antes de entrarem na atmosfera, que funciona como protecção.
«Quando a Terra, na sua órbita, passa por locais onde há restos de cometas, neste caso o Swift-Tutle, há uma grande quantidade de poeira que entra nas altas camadas da atmosfera e provoca esta chuva de meteoros», explicou à Lusa o astrónomo e biólogo Pedro Ré.
Chama-se também Perseidas a este fenómeno anual, em que a Terra segue numa determinada direcção no seu movimento de translação e os meteoros vêm da direcção da constelação de Perseus, sendo alguns deles bastante brilhantes.
O pico do espectáculo astronómico está previsto para as 18:00 TU de quarta-feira (17:00 em Lisboa), quando ainda não é noite em Portugal, sendo que a Lua vai interferir um pouco, por estar na fase minguante, e retirar algum brilho ao firmamento. Mas, mesmo assim, os astrónomos garantem que irá valer a pena observar o céu nas duas próximas noites.
Não é necessária qualquer protecção da vista, nem a utilização de binóculos ou telescópios, já que todo o fenómeno das estrelas cadentes, como também é conhecido, abrange todo o céu e pode observar-se naturalmente à vista desarmada.
«Os meteoros são muito pequenos, do tamanho de ervilhas ou no máximo de bolas de ténis, e são muito fugazes, duram poucos segundos», disse Pedro Ré, presidente da Associação Portuguesa de Astrónomos Amadores.
«Nestes casos nunca devemos usar qualquer ajuda óptica, nem binóculos nem telescópios, porque o campo é muito restrito e se os utilizarmos não veremos nada», acrescentou.
Para observar o fenómeno nas melhores condições, com céu limpo, as pessoas devem deitar-se no chão, proteger-se contra o frio e assistir ao espectáculo natural e não recear que algum meteoro lhes caia em cima, sugere Pedro Ré.
É que, dadas as suas muito pequenas dimensões, estes meteoros desfazem-se antes de entrarem na atmosfera, que funciona como protecção.
Fonte: Agencia Lusa
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Chuva de estrelas
Águas passadas...

"A melodia era triste, invocando um sofrimento doloroso, de um ritmo extasiante, que enlameava a alma e a fazia cair num oceano de vagas sensações, como que perdida num vasto lago de lágrimas pedindo o sussurrar de uma vontade distante. Mas como força desconhecida, a mesma melodia embarcava num novo tom, sendo luz e esperança, rasgando com o passado e criando uma nova realidade, gritante necessidade de uma libertação completa dos sentidos e da alma. Era nova fragrância, queixume passado, desespero rasgado de perfume de vida que agora abraçava a audição. Tal como um trabalho, que por vezes parece completamente distante de nós próprios, depois de alguns fracassos vividos com sofrimento. Um trabalho que parece apodrecido, juntamente com a vontade que nos abandona lentamente, mergulhando-nos num vale depressivo de auto mutilação argumentativa, criação opaca e viscosa, como um fungo que ameaça devastar todo um esforço e caminho já traçados. Com o passar do tempo, sendo abraçados pela presença eterna daqueles que acreditam em nós e estão presentes na chama partilhada de uma invocação, continuamos a acreditar, não da mesma maneira, mas recusamos uma desistência no eloquente campo de batalha. E com as armas erguidas, perante as adversidades, relativas ou não, criamos a nossa própria história, juntamente com aqueles que acreditam no mesmo que nós, com aqueles que são parte de um desejo conjunto."
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Pensamentos
sexta-feira, agosto 07, 2009
terça-feira, agosto 04, 2009
sábado, agosto 01, 2009
1º de Agosto

É amanhã dia 1º de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sozinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo pra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer.
Xutos & Pontapés
1º de Agosto
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Xutos e Pontapés
quarta-feira, julho 29, 2009
Contra ventos e tempestades....
segunda-feira, julho 27, 2009
Ritinha és a Maior!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Nada acontece por acaso.... Obrigada Carla!!!!!
Gosto muito das duas!!!
E VIVA O ALENTEJO DA NOSSA ALMA!!!!!!!!!!!!
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Rock in Rio
quarta-feira, julho 22, 2009
Verão chuvoso
De súbito sabemos que é já tarde.
Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.
De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.
Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?
Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.
Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.
O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.
E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.
Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.
E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.
Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.
Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir... Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.
E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.
Paulo Geraldo
quinta-feira, julho 02, 2009
terça-feira, junho 30, 2009
Um brinde ao Tempo...

Esta é só uma noite para partilhar
qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
um lugar a salvo
Para onde correr
Quando nada bate certo
E se fica a céu aberto
Sem saber o que fazer
Esta é uma noite para comemorar
Qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo
um lugar para nós
onde demorar
Quando nada faz sentido
E se fica mais perdido
e se anceia pelo abraço de um amigo
Esta é só uma noite para me vingar
do que a vida foi fazendo sem nos avisar
foi-se acumulando em fotografias
em distâncias e saudades
Numa dor que nunca acaba
e faz transbordar os dias
Esta é uma noite para me lembrar
Que há qualquer coisa infinita como um firmamento
Um sorriso, um abraço
Que transcende o tempo
e ter medo como dantes
de acordar a meio da noite
a precisar de um regaço
Esta é só uma noite para partilhar
Qualquer coisa que ainda podemos guardar cá dentro
Um lugar a salvo
Para onde correr
Quando nada bate certo
E se fica a céu aberto
Sem saber o que fazer
Esta é uma noite para comemorar
Qualquer coisa que ainda podemos salvar do tempo
Um lugar para nós
Onde demorar
Quando nada faz sentido
E se fica mais perdido
e se anceia pelo abraço de um amigo.
Mafalda Veiga
"Uma noite para comemorar"
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30 de Junho 2009
quarta-feira, junho 24, 2009
domingo, junho 21, 2009
quarta-feira, junho 17, 2009
Remar...

"Quando dás de ti, quando sofres pelos outros, crias laços. E desse modo estabeleces, ou descobres, o teu sentido. Passas a ter pontos de referência. Estás localizado e sabes para onde deves ir."
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Pensamento do dia
quarta-feira, junho 10, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
A não perder!
Vai estrear em breve o "Espírito da poesia", uma iniciativa muito gira no Parque dos Poetas, em Oeiras. O espectáculo vai decorrer de 10 a 13 de Junho ás 21h , por isso, quando quiserem, já sabem!
Fica aqui uma breve explicação:
"Através de uma caminhada poética pelo percurso dos poetas, o público vislumbra pequenos momentos mágicos e inesperados de uma criação artística livre, com uma forma original, irreverente e lúdica de abordar a poesia. Por entre árvores, rochas, água, fogo e vento, as palavras dos poetas materializam-se de forma onírica em gestos, formas, cores, imagens e sensações, apelando a todos os sentidos."
segunda-feira, junho 08, 2009
sábado, junho 06, 2009
sexta-feira, junho 05, 2009
Liga Portuguesa dos Direitos do Animal

Foi lançada a campanha "Iniciativa P.E.T", que se destina a angariar refeições para cães e gatos abandonados, alimento que será entregue pela PURINA/PROPLAN à Liga Potuguesa dos Direitos do Animal.
Tudo o que é necessário é fazer a inscrição. 1 inscrição = 1 refeição. Não custa nada e não leva mais do que 5 minutos a completar todo o processo.
Tudo o que é necessário é fazer a inscrição. 1 inscrição = 1 refeição. Não custa nada e não leva mais do que 5 minutos a completar todo o processo.
http://www.iniciativapet.com/
Passem aos vossos amigos humanos para que eles também possam ajudar estes nossos amigos caninos e felinos.
Ajudem estes nossos amigos!
Passem aos vossos amigos humanos para que eles também possam ajudar estes nossos amigos caninos e felinos.
Ajudem estes nossos amigos!
Eles nunca nos pedem nada!
terça-feira, junho 02, 2009
Festa ESA!!!!!! :o)
Foi Brutal a Festa que reuniu no dia 30 de Maio os ex alunos da Escola Secundária da Amadora, da década de 80!Um misto de emoção e alegria do reencontro de algumas caras que nao via há mais de 20 anos!!!!
Muito giro ver a velha guarda toda reunida que nem uma ida para o "News" , como nos bons velhos tempos! A repetir!
Parabéns à organização!
Esperamos pela próxima!
quinta-feira, maio 28, 2009
A Gente Vai Continuar

Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Jorge Palma
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Jorge Palma
domingo, maio 24, 2009
Ode à Gata
(Gata 2008)"Ode ao Gato"
Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis. Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso. “Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige. O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.
Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).
Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.
Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.
O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige. O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.
Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).
Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.
Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.
Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.
O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber
Artur da Távola
quarta-feira, maio 20, 2009
domingo, maio 17, 2009
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii......

Zé Pedro , Joana e eu.
Concerto dos Xutos no Seixal, 25 de Abril de 2009
Maravilhoso, não é!? :o))))))))))))))))
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Xutos e Pontapés
sexta-feira, maio 15, 2009
Olhos nos Olhos
Quando voce me deixou, meu bemMe disse pra ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme
Quase enlouqueci
Mas depois como era de costume, obedeci
Quando voce me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos
Quero ver o que voce faz
Ao sentir que sem voce eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando sem mais nem porque
E tantas águas rolaram
Tantos homens me amaram bem mais e melhor que voce
Quando talvez precisar me mim
Voce sabe que a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos
Quero ver o que voce diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
Maria Bethânia
Composição: Chico Buarque
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Maria Bethania
terça-feira, maio 12, 2009
Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos, amei e fui amado, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas, (quebrei a cara muitas vezes)!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos, já liguei só para escutar uma voz, me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi, e ainda vivo!
Não passo pela vida… E você também não deveria passar!
Viva!
Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é “muito” pra ser insignificante."
Charles Chaplin
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Charles Chaplin
sexta-feira, maio 08, 2009
Caminho...

Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da Vida - ninguém, excepto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
Onde leva?
Não perguntes, segue-o!
Nietzsche
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